O proprietário de um imóvel oferece o bem ao banco como garantia para conseguir um empréstimo de alto valor e com taxas de juros que normalmente são bem mais baixas do que outras modalidades de crédito, como empréstimo pessoal ou cheque especial.
Na hipoteca brasileira, utiliza-se um bem imóvel como garantia para conseguir a aprovação do empréstimo. Assim, o dinheiro é liberado e o devedor quita sua obrigação com parcelas mensais. Como há garantia, é possível conseguir taxas mais baixas e condições facilitadas para pagamento. Mas, diferente de outras modalidades, a casa ou apartamento não ficam alienados para a instituição financeira. O imóvel hipotecado apenas ficará com essa característica gravada na matrícula até o pagamento da dívida, mas não é passado para o nome do banco. Assim, apesar de ser algo interessante para quem solicita o empréstimo, a hipoteca pode ser um procedimento menos vantajoso para a instituição. Isso a leva a não ser oferecida em muitos casos. Afinal, é mais difícil utilizar o imóvel, caso o devedor não pague suas obrigações. Como o bem não está em nome da instituição financeira, é preciso passar por um processo judicial para utilizá-lo como pagamento. Em caso de inadimplência os bancos podem pedir legalmente o processo para desapropriação nos primeiros 30 dias de atraso.

Notícias relacionadas

Marketing, Marketing Digital

Marketing não é sobre vender...

LEIA MAIS

Marketing

Oito insights de finanças para gestores imobiliários

LEIA MAIS

Marketing

Saiba como as redes sociais podem te ajudar na busca por um novo imóvel

LEIA MAIS

SAIBA MAIS SOBRE MARKETING E CONHEÇA NOVAS ESTRATÉGIAS

Veja novidades do marketing em + Marketing

Este site usa cookies

Leia nossa política de privacidade. Se estiver de acordo, clique em aceitar para autorizar o uso de cookies.

Aceitar